A Colecção Manuel de Brito foi apresentada pela primeira vez em 1994 no Museu do Chiado, na programação de Lisboa Capital Cultural. A exp. teve o subtítulo "Imagens da arte portuguesa do século XX" e foi comissariado pelo próprio e Raquel Henriques da Silva. Um última secção do catálogo, "Escolhas electivas" incluiu Júlio Pomar (12 pinturas) entre Dacosta, Menez, Eduardo Luiz, Paula Rego e Graça Morais.
Já em 1989 MB apresentara uma mostra antológica de JP na Galeria do Leal Senado em Macau com um texto crítico de Helmut Wohl no catálogo. (8 pinturas da colecção MB, 2 de Arlete Alves da Silva, e outras proveniências)
Nova exp em Macau aconteceu em 2000, no Centro de Arte Contemporânea de Macau com apoio da Fundação Oriente. Catálogo com texto de José Luís Porfírio, "Mudança e estrutura . JP em 26 exemplos 1948-1998" (com obras da colecção de Manuel de Brito: 26 obras).
Julio Pomar no CAMB, Palácio Anjos, Algés, 2009. Texto de Celso Martins, "JP e o princípio da adequação" (30 pinturas)
A colecção foi depois parcialmente dividida com o filho mais velho de MB, que apresentou a sua colecção em 2024: "O nome igual nos dois? Um receituário para a Liberdade na coleção de Manuel Brito ", na Galerias da Casa Comum (Reitoria) da Universidade do Porto. Com 8 pinturas de Júlio Pomar.
2024, no Centro de Arte Manuel de Brito