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segunda-feira, 19 de maio de 2025

2025, Cassi Namoda

 Cassi Namoda, Maputo 1988

> Los Angeles e New York



"WHEN WE SEE US", ed. Koyo Kouoh
To Live Long Is To See Much (Ritual Bathers III)" 2020
Oil on canvas
Courtesy of Jorge M. Pérez Collection, MiaMI



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“Já tivemos muitas exposições que exploraram temas similares com outras linguagens e mediums. Há várias razões para a escolha da pintura. Queríamos mostrar a pintura da diáspora africana. A pintura celebra o corpo humano, nós exploramos o mundo com o nosso corpo. Por outro lado, a pintura é uma linguagem que, quase todos os anos, as pessoas declaram morta, mas por alguma razão continua a ressoar. É uma das formas mais antigas de representação usada pelos seres humanos. Basta pensar na pintura rupestre, nas pinturas realizadas sobre rochas. A pintura é uma das formas mais antigas que os seres humanos usaram para deixar uma marca no mundo. É a mais acessível, tal como a própria figuração que proporciona uma representação mais icónica e elementar da expressão ou do corpo.”

“A exposição não pretende ser representativa ou exaustiva”, recorda a curadora. “Não estão representados todos os países da diáspora africana ou do continente africano, mas quisemos sublinhar aqueles artistas que foram catalisadores nos seus contextos locais, ou colocar, no mesmo espaço, artistas que provavelmente não se conheceram. O que nos interessou foi procurar relações, paralelismos. O Malagantana é um dos melhores artistas vindos de Moçambique e descobrimos que em 1962 participou, ao lado do Kingsley Sambo, na primeira exposição do ICAC – International Congress of African Culture, na Rhodes National Gallery [actualmente, National Galery do Zimbabwe], e foi convidado, uma década depois, a colaborar no Mbari Art Club na Nigéria.” (ERRO 1961 OU 62; LONDRES ICA EM 64  confirmar)


"No coração da Europa, mostra-se um século de pintura figurativa negra"

No Kunstmuseum Basel, a exposição When We See Us propõe uma viagem pela alegria e pela sensualidade das diásporas africanas.

quarta-feira, 14 de maio de 2025

2025, When We See Us, Bruxelas - pintores de Moçambique

Bozar, 3 - “Triunfo e Emancipação”



"What underpins When We See Us is the perpetuation, essence and phenomenon of Black joy. Joy can be radical and political. Even without reactively resisting, it can be a profound tool used to dislodge harmful tropes and refute the centrality of colonialism, as emphasized by Achille Membe in ‘African Modes of Self-Writing’. Furthermore, the exhibition goes far beyond the lament of scholar Kevin Quashie when he says “nearly all of what has been written about Blackness assumes that Black culture is, or should be, identified by resistant expressiveness - a response to racial oppression, a speaking back to the dominant ideology”. Rather, When We See Us challenges this by focusing on how Black artists see themselves and each other apart from imposed or reductive narratives associated with the spectacle of Black pain. The theme of Joy thus manifests in the exhibition in the form of euphoric revelry, repose, the quotidian, sensuality, triumph and the metaphysical. What makes this exhibition different is that it is a large conglomeration of diverse painting traditions by Black artists from around the world, conceived and held on African soil. It demonstrates how Black artists have been seeing and celebrating themselves for the last one hundred years. A fete of this scale and dynamism is seldom seen." Catálogo









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3 moçambinanos no Bozar (2 com carreira internacional), representados em "When We See Us", Bruxelas:

Cassi Namoda (1988, Maputo) na secção "Espiritualidade", tal como o Malangatana (1936-2011), Luís Meque (1966-1998), secção Triunfo e Emancipação, entre os retratos

2025, When We See us, KOYO KOUOH, Bruxelas, Bozar

 14-05



Koyo Kouoh e When We See Us em Bruxelas
WHEN WE SEE US - Quando nos vemos - , a grande exposição que encerra a carreira de KOYO KOUOH (morreu antes de anunciar a sua Bienal de Veneza de 2026), vista no Bozar de Bruxelas, vinda da Cidade do Cabo (2022-23) e de Basileia (2024). Em Outubro segue para Estocolmo, até 2026.