Já saiu o livro da exposição do José M. Rodrigues na Galeria Avenida da Índia, 28 09 a 22 12 2024. "Tratado". Era um espaço ingrato, árido, enorme, mas o livro é perfeito.
terça-feira, 5 de maio de 2026
2026, "Tratado", livro de amigos e de retratos do José M. Rodrigues, edição EGEAC
segunda-feira, 4 de maio de 2026
2026, o José Manuel Rodrigues e Gandía, memórias nos seus 75 anos
A fotografia e o resto
Desfoco da fotografia para me lembrar de uma viagem directa a Gandía com o Zé, partilhando o volante. Abaixo de Valência, aonde nunca tinha descido; a cidade de onde partia a família dos Bórgias no século XV - o Zé dedicou-lhe uma série conceptual "La producció de la presència", em 2010, evocação teatralizada dos tempos dos três papas, com que interveio nas celebrações do 5º centenário do nascimento de São Francisco de Borja (foi o 4º duque de Gandia, 1510-1572; wiki/Francisco_de_Borja).
Era então (01 a 04 outubro 2022) o tempo das festas -- Fira i Festes, em honra desse São Francisco, patrono da cidade --, nos inícios de outubro, e nunca vi nada assim: os espectáculos de rua ao longo do percurso demarcado, com excelentes teatros, orquestras e circos actualizados, e depois o cortejo nocturno dos demónios mascarados e do fogo de artifício lançado aos pés dos espectadores-participantes, ora em fuga ora envolvidos pela cor, fumo e pólvora: o Correfoc de la Colla de Dimonis numa "noite mágica de fuego y tradición", e em Espanha as festas antigas mantém uma energia única, organizada e vibrante (o grande Cristóbal Hara visitava-as com génio, e a Cristina García Rodero também).
E igualmente em Gandía acedi à excelência das paellas locais (mais o fideuà e arròs a banda ou al forno) em festas familiares e almoços de fim de semana com casais amigos da Fabi. Uma ocasião sem paralelo de gastronomia convivial só acessível aos íntimos. Eram dois lados da Espanha viva, em toda a sua excelência.
Outra memória pode ser a das fotografias do Zé que aconteceu programar por três vezes. Parte substancial do meu gosto pela fotografia vem da lição do Zé, quando comecei a acompanhar os Encontros de Coimbra, aos quais trazia os seus contactos holandeses, quando era possível reunir no programa Nozolino, Molder, o José Rodrigues (ainda sem o M. de Manuel), mais a Ether de António Sena. Isto logo em 1982 nos 3ºs Encontros, ainda não havia o Albano, quando se afirmou a geração dos novos fotógrafos nacionais e já internacionais, quando o público da fotografia convergia em Coimbra. Foi um dos fundadores do grupo Perspektief de Roterdão, programava a respectiva galeria e trouxe "A touch of Dutch Photography".
quarta-feira, 30 de abril de 2014
A seguir: FLOW (fluxo) de José M. Rodrigues
FLOW
Flow / Fluxo
domingo, 29 de setembro de 2013
Sines, Grupo de Évora - reportagem III
Fotografias de José Manuel Rodrigues:
domingo, 25 de agosto de 2013
Sines, IMPROVISOs - 2
Em Ankara 2009 (a tiragem de 750 cat. ainda não esgotou) eram também 5 provas, mas agora em Sines são seis como se vê acima...
Não se diz, mas alguns sabem e descobre-se numa observação cuidada, que se trata de um auto-retrato; o espelho que apareceu depois no título (antes Amsterdam 1986) é enquadrado por uma moldura sobreposta (o pai era um artista na realização de soberbos espelhos biselados, de grande tradição alentejana, e não só), e é a mão do fotógrafo que segura o disparador que se vê emoldurada - no 4º episódio da série o rosto passou a estar dentro da moldura. As cordas que noutros casos evocam martírios aqui lembram-me coisa de barcos, o que a parede (própria de algumas naturezas-mortas barrocas) inferior ainda mais acentua. Posso estar a ser sugestionado por saber que em certa fase da vida (Paris ou Amsterdão?) o Zé vivia num barco, mas não importa. Trata-se de um sequência fotográfica performativa e a observação deve ser tb movimentada.
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No Expresso / Actual de 24 de Agosto, Jorge Calado escreveu sobre a exp. e Cristina Margato entrevistou o artista, que foi capa da edição, com um auto-retrato original especial para a ocasião
SINES, os IMPROVISOS do José M. Rodrigues - 1

Sala 04 (Foto JMR) e, à direita, a rampa para a série dos Borgia/los Borja, exposta pela 1ª vez em Gandia (Valencia), 2010. No ângulo superior direito, a revisitação/recriação do retrato do filho Manuel (1996-2008):
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
sábado, 27 de julho de 2013
terça-feira, 23 de julho de 2013
2013, alguma pequena história, 2º capítulo
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| Fotografias de "Iluminando Vidas", 2002-05; "Linhas da Minha Mão", 2006; "Anjos Urbanos/Urban Angel", 2009-10; "Espelhos Quebrados", 2012. |
Inauguração 4 e 5 de Abril. Até 20.
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"FLÂNEUR (IV)", Porto. SOLD OUT © A Pequena Galeria.
20,30 x 27,30 cm; Impressão Laser c/ máquina Fuji Frontier, Papel Lustre DP2
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domingo, 21 de julho de 2013
Para a história d'A Pequena Galeria no fim da 1ª temporada - 1º capítulo (inauguração)
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| Fotos A.P. |
21/3
- a Pequena Galeria abriu ao público na quinta-feira dia 21 de Março com a exposição Salão #1 em que se apresentam obras de Ágata Xavier, António Almeida, António Júlio Duarte, Augusto Cabrita, Carlos M. Fernandes, Carlos Oliveira Cruz, Céu Guarda, Filipe Casaca, Guilherme Godinho, Jordi Burch, José Cabral, José M. Rodrigues, Mário Cravo Neto, entre outros.
A inauguração decorreu nos dias 21 (18-21h), 22 (18-24h) e 23 (16-21h) de Março.
14-16?/03
- Mariano Piçarra oferece o projecto da iluminação da PG, instalada nas vésperas da inauguração
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| Preparação do Salão 1. Foto Guilherme Godinho |
| Com José M. Rodrigues |
06/03
- entrada nas instalações
23/02
- configurado o mail principal
(e um site que não entrou em funcionamento www.apequenagaleria.pt)
20/02
- constituída a equipa fundadora, 2ª reunião
Ágata Xavier*
* ficando então fechado o grupo dos "galeristas informalmente associados"
19/02
- a PG começou no facebook
- proposta do nome "a Pequena Galeria" (A.P.)
15/02
- visita ao local
8 de Fevereiro 2013
- 1º contacto mail do Luís Trindade com o desafio para se criar a galeria
























































