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sábado, 7 de outubro de 2023

APONTAMENTOS AS MULHERES DO MEU PAÍS OUTROS FITÓGRAFOS

 

António Santos de Almeida Júnior - p 421

Alberto Alves, CHAVES 4

Fotografia Alvão - 9, 44, 45, 49, 53, 81, 82, 83, 84, 92, 96, 

(121, 122, 123, 124, 125, 126, 127, 128, 147 - imagens cedidas pelo Instituto do Vinho do Porto), 

132, 138, 139, 142, 143, 145, 150, 330, 386, 389, 390

José Loureiro Botas

335, 340, 343, 345, 352, 359, 360


A. Carneiro [Alberto Carneiro]- 39, 149, 328, 329, 331, 333, 336 (MNAC)

Aureliano Carneiro -11, 50, 52, 56, 57,65, 71, 77, 85,  416 

Adelino Lyon de Castro (1910- 1953)- 353, 358, 360, 392, 393, 395, 410, 412, 414, 420 (10)

1950 (Nov.) - I Salão de Arte Fotográfica do Jornal do Barreiro: foi distinguida com o Grande Prémio, sob o título “Vagabundos”  (Aí expõe também “Rua em festa”, o 1º Prémio de Instantâneo. Nesse mesmo Salão apareceu Augusto Cabrita) 

Demósteles Espanca

Mário  Lyster Franco- 257, 259, 264, 268, 270, 275, 276 

David A. Freitas 

A. Gigante (?) - 15, 69, 70, 76, 104

Júlio Gois - VFX

Álvaro Laborinho (1879-1970)-289, 347,348, 349, 351, 457

Armando Leça- 400, 413, 415, 45

Artur Macedo - 34, 36, 37 - Imagens do filme Serra Brava

Armindo de Matos 206

M(aria) Trindade Mendonça - 310, 312, 314,  317, 317

Artur Pastor - 242, 243, 246, 247, 248, 255, 256, 260, 261, 262, 263, 267, 273, 280, 398, 399, 400, 408, 413, 418, 456 (21)

Vasco Serra Ribeiro (Século) - 222, 225, 277, 279, 283, 285, 286, 287, 288, 417, 423, 428, 432, 433, 434, 435 

Firmino Santos - neporter DP

Júlio Vidal

 Tese M Lamas Maira Saragioto

 +

Ruy Cinatti (1.ª série (36/37) 1948)

domingo, 18 de novembro de 2018

ETHER 1. Exposições e edições 1982 - 1998

Exposições na Ether, 1982/83 e 1986/93

Costa Martins / Vítor Palla, Lisboa e Tejo e tudo (1956/59). 1982 (Abril-Maio) Catálogo-cartaz sem data, com notas não assinadas (A.S.). Exp. também apresentada nos 3ºs Encontros de Coimbra, 7-16 Maio 82.
About 70 Photographs. Exp. do British Council. Julho 1982. Sem cat., existe o catálogo britânico. (antes apresentada nos 3ºs Encontros de Coimbra).
Ana Leonor (Madeira Rodrigues), “Abstracção Fotográfica”, pintura, 1982 (6 a 30 Maio). Cat.-cartaz com tx não assinado (A.S.).
Jacques Minassian, Fotografias 1977-1980, 1982 (Nov.) Cat.-cartaz s/d com texto de Gérard Castello Lopes.
Gérard Castello Lopes, Fotografias 1956/1982, 1982 (19 Dez. / Jan. 83). Cat.-cartaz s.d. com texto do autor e outro n. ass. (A.S.)
Johan Cornelissen, Desenhos dos slides imaginários - maio 82/junho 83, 1983. Cat.-cartaz s.d.

António de Oliveira - sacristão, Fotografias 1945/84 [“olhem que isto é para mostrar à família”]. 1986 (31 Out.). Desdobrável s.d.

sábado, 17 de novembro de 2018

ETHER 4. 1992 "Olhos nos olhos" (Olho por Olho)

sobre a exposição Olho por Olho - Uma História de Fotografia em Portugal 1839-1992. 

1992, Maio/Agosto


artigo de JORGE CALADO
publicado no EXPRESSO/Revista de 18 Julho 1992
pps 56-57-58-59

(Publicada a primeira história da fotografia portuguesa, António Sena mostra na Ether a primeira retrospectiva. Retoma-se parte do panorama que foi levado à Europália e assinalam-se os dez anos de actividade de uma associação a quem se deve um trabalho seriíssimo de estudo e divulgação da fotografia)
 Cunha Moraes, "Banana, Margens do Rio Zaire", c. 1878; Costa Martins / Victor Palla, foto de "Lisboa 'Cidade Triste e Alegre'", 1956-59


FOI PRECISO esperar mais de 150 anos para se começar a perceber o que foi, tem sido, é a fotografia em Portugal.  Neste processo de estudo, inventariação, pesquisa e apresentação fomos os últimos. Como escreveu um investigador inglês, «early photography in Portugal is probably the worst documented of any country with the exception of some of the more obscure areas of Africa» (a fotografia antiga em Portugal é provavelmente a pior documentada de qualquer país, à excepção da das regiões mais obscuras da África). Para citar apenas os exemplos mais próximos, pode constatar-se que a fotografia brasileira está bem estudada; a de Espanha nem é bom falar - deixa-nos a perder de vista. 
A fotografia portuguesa é toda a fotografia feita em Portugal mais a produzida por portugueses no estrangeiro. Não há especificidades estéticas que a distingam das suas congéneres europeias ou americanas. Quer queiram quer não, a fotografia é uma arte para «estrangeirados», pois, como bem notou Gérard CastelIo Lopes, os nossos fotógrafos «só se servem de um ingrediente nacional: a água» - tudo o resto é importado. Em Portugal, os fotógrafos corriam atrás do espírito dos tempos e reviam-se nos exemplos que vinham de fora. Como acontecia no resto do panorama artístico, o atraso era de rigor e os modelos seguidos nem sempre os melhores. Mas bem ou mal, o «corpus» fotográfico português é o nosso retrato; o retrato das nossas paisagens e costumes, dos nossos monumentos e das nossas histórias, que a vida é a mesma em qualquer parte do mundo - nasce-se, cresce-se, ama-se e morre-se. A pátria é um acidente geográfico, tal como a família é um acidente biológico. Mas, já que nascemos e/ou vivemos aqui, temos o dever de preservar e estudar a nossa herança cultural, e a fotografia é uma parte integrante desta, talvez a mais importante porque é, simultaneamente, cultura e reflexão e registo das outras culturas. 

ETHER 6. 1992: "Olho por Olho" Parte II


No catálogo da exposição Olho por Olho, Ether 1992, propõe-se uma história da fotografia em Portugal e celebra-se a história da sua última década, isto é, comemoram-se os dez anos da Ether. A bibliografia alarga-se das exposições que tiveram lugar na galeria a diversas outras publicações em que António Sena e a associação intervieram.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Jorge Calado: escolhas para o Dubai; Dubai Photo Exhibition 2016

Spain and Portugal—Dr. Jorge Calado

Edgar Martins

Gérard Castello-Lopes

Helena Almeida

Jose Luis Neto

Joshua Benoliel

Maria Lamas


Cristina Garcia Rodero

Cristóbal Hara

Joan Colom

Ramón Masats

Dubai Photo Exhibition will bring together artworks from 23 countries, selected by 18 curators, celebrating the harmony and diversity of global photography on an unprecedented scale. Guided by the curatorial vision of Head Curator Zelda Cheatle and other world-renowned curators, visitors will experience the evolution of photography through a selection of artworks from the 20th and 21st century.

The exhibition will be presented in a purpose-built “temporary museum” in Dubai Design District (d3), Dubai’s centre for art and design industries. Dubai Photo Exhibition is created by HIPA to promote Dubai as a cultural hub, cultivate artistic appreciation for photography, foster dialogue, and nurture photographic excellence through education. 

Countries and curators:
Australia—Alasdair Foster
Belgium and Holland—Els Barents
Brazil—Iata Cannabrava
China—Huang Yihuang 
Morocco & Egypt—Hicham Khalidi (Morocco) and Ayman Lotfy (Egypt)
France—Fannie Escoulen
Germany—Frank Wagner
Hungary and Czech Republic—Kincses Karoly
India—Devika Singh
Japan—Mariko Takeuchi
Korea—Sunhee Kim
Mexico—Magnolia de la Garza 
South Africa—Federica Angelucci
Spain and Portugal—Dr. Jorge Calado
UAE—Jassim Al Awadhi
UK and Ireland—Martin Barnes
USA and Canada—Natasha
Egan

domingo, 25 de agosto de 2013

Sines, JOSÉ M. RODRIGUES, "IMPROVISOS" - 2

 É uma exposição para esmiuçar, para rever e revisitar, tb através dos catálogos anteriores do JMR: 
a sequência quase ao centro na foto 2 de Sines (série de 6 quadrados a preto e branco) 
esteve representada em "Ofertório" 1998 por uma imagem isolada: 
Amsterdam 1986 (prata, 38x38cm) - pág. 44, secção Retratos e Auto-retratos. A cara do autor sobrepõe-se a um manequim sem rosto, numa filiação surrealista

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

2011, Jorge Calado sobre Gerard Castello-Lopes

 

IMG_2134

O catálogo da exposição "Aparições" será lançado em breve, com dois ou mais textos de Jorge Calado, que aguardo com muita curiosidade. A inclusão de uma centena de provas vintage e, entre elas, de muitos inéditos escolhidos em vida pelo autor, como devem ser, é uma nova oportunidade de aproximação a uma obra que em grande parte se foi conhecendo de um modo retrospectivo (fotografias feitas de 1956 a 1963 que se conheceram a partir de 1982) ao mesmo tempo que um outro ciclo de produção se iniciava a partir da primeira exposição da Ether. Por outro lado, a montagem constrói em si mesmo um itinerário que é emocionante pelo seu carácter de homenagem prestada poucos meses depois da morte do autor, e pelo modo como faz aparecer um olhar fotográfico que é sempre o de alguém que se emociona com a realidade fotografada, e também com a passagem da realidade visível à estranheza do real, tornando a observação (a dele e a nossa) uma abertura à inquietação. Emocionante ainda pelo que se oferece como exemplo de um comissariado que é um diálogo entre obras autorais (o espólio e a retrospectiva) e, neste caso, entre olhares, o do autor-fotógrafo e o do comissário-autor, com uma constante demonstração de como mostrar uma obra é propiciar uma descoberta ou um reexame do que se já sabe, ou julga saber, fazendo coincidir o ver e o questionamento do visto. Ao contrário do que em geral sucede, esta exposição não pode ver-se de longe e de fora, nem durante um acto social de inauguração. Ela impõe, na sua só aparente disposição desordenada, que a observação não seja um hábito preguiçoso.


sábado, 14 de janeiro de 1995

1995, Augusto Alves da Silva, "ist" - "O que é ist?" - 14 01

 

EXPRESSO Revista 14 Jan. 1995


"o que é ist?"





É um documentário fotográfico sobre a transformação por que está a passar o Instituto Superior Técnico (IST), é uma edição comemorativa dos 50 anos da morte de Duarte Pacheco, é um livro de fotografias que parte das duas condições anteriores para ser, acima de tudo, acima das exigências da encomenda, mas cumprindo-as plenamente, um livro de autor, um livro de fotógrafo. O título ist , ao mesmo tempo directo e enigmático na sua fórmula gráfica, que não é a da sigla do Técnico, condensa essas várias dimensões como uma legenda mínima e abre-se a todas as interrogações.


ist, de Augusto Alves da Silva, é o mais admirável livro de fotografia publicado em Portugal desde que, em 1959, Victor Palla e Costa Martins fizeram Lisboa «Cidade Triste e Alegre».

Vai ser lançado no próximo dia 19 — no IST, naturalmente (às 18h, no Centro de Congressos) — e dará depois origem a uma exposição na Culturgest, no Verão. Com 172 páginas encadernadas, inclui um curto prefácio de Diamantino Durão e dois textos de Jorge Calado — «Introdução ou a Razão de um Projecto» e «Refutações de Estilo» — e 131 fotografias, com uma qualidade também excepcional de impressão (de Marca Artes Gráficas, Porto).


sábado, 23 de novembro de 1991

Europália'91, "Portugal 1890-1990", Ether, António Sena, Jorge Calado

"Retrato de grupo"