A Colecção Manuel de Brito foi apresentada pela primeira vez em 1994 no Museu do Chiado, na programação de Lisboa Capital Cultural. A exp. teve o subtítulo "Imagens da arte portuguesa do século XX" e foi comissariado pelo próprio e Raquel Henriques da Silva. Um última secção do catálogo, "Escolhas electivas" incluiu Júlio Pomar (12 pinturas) entre Dacosta, Menez, Eduardo Luiz, Paula Rego e Graça Morais. Foi depois apresentada em Macau, na Galeria do Forum 1995; no MASP em São Paulo e no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro,
Já em 1989 MB apresentara uma mostra antológica de Júlio Pomar na Galeria do Leal Senado em Macau com um texto crítico de Helmut Wohl no catálogo. (eram 8 pinturas da colecção MB, 2 indicadas como de Arlete Alves da Silva, e outras proveniências)
Nova exp em Macau aconteceu em 2000, no Centro de Arte Contemporânea de Macau com apoio da Fundação Oriente. Catálogo com texto de José Luís Porfírio, "Mudança e estrutura . J.P. em 26 exemplos 1948-1998" (com 26 obras da colecção de Manuel de Brito). Foi seguidamente apresentada na Galeria Nacional de Pequim, em 2001
Mais tarde Júlio Pomar no Centro de Arte Manuel de Brito, Palácio Anjos, Algés, 2009. Texto de Celso Martins, "JP e o princípio da adequação" (30 pinturas)
A colecção foi depois parcialmente dividida com o filho mais velho de M de B, de nome Manuel Brito, que apresentou a sua colecção em 2024 sob o título "O nome igual nos dois? Um receituário para a Liberdade na coleção de Manuel Brito", na Galerias da Casa Comum (Reitoria) da Universidade do Porto. Com 8 pinturas de Júlio Pomar. O título veio de uma obra de circunstância, oferta do artista por ocasião de uma homenagem.
Em 2026, desdee 10 jan. no actual Centro de Arte Manuel de Brito, Campo Grande, antigas instalações da Galeria 111. até 12.06
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