2002. 19 fev : OS TRÊS EFES - fábulas, farsas e fintas
obras de 1996 a 2002, com um desdobrável e a edição do livro "Apontar com o dedo o centro da terra " com texto de António Lobo Antunes, ed. D. Quixote / Galeria 111 (lançamento a 21 fev.).

A seguir a 111 deixou de contar com J. Pomar entre os artistas da galeria, depois de uma ruptura discutida num almoço bastante tenso na Bica do Sapato. A decisão resultava de questões de exclusividade devido à realização de exposições de desenhos e azulejos noutras galerias. A 111 não se interessava pela comercialização de desenhos, mas reagiu às outras exposições em galerias, João Esteves de Oliveira, Valbom e Ratton.
2013, 12 jan. ATIRAR A ALBARDA AO AR, pinturas e desenhos.
Exp. proposta por Alexandre Pomar, vinda da Árvore, Porto, 2012, por ocasião do Prémio Casino do Estoril (a qual foi acompanhada pela edição de um catálogo e do livro com textos de Laura Castro) e da realização do filme "Só o teatro é real" Um filme de Tiago Pereira sobre Júlio Pomar, produção da Fundação Júlio Pomar com música de Ricardo Jacinto.
Júlio Pomar : atirar a albarda ao ar / org. Árvore-Cooperativa de Actividades Artísticas ; coord. Laura Soutinho ; comis. e texto Laura Castro.
https://www.rtp.pt/noticias/cultura/julio-pomar-atira-a-albarda-ao-ar-em-lisboa_v624936
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No livro que assinalou os 50 anos da 111 (1964-2014), Pomar assinou um pequeno texto dedicado a Manuel de Brito abre o volume.
30.10.2014
Se Manuel de Brito não tivesse existido não seria fácil inventar um outro igual, ou pelo menos, a ele semelhante.
A chave do seu indiscutível êxito está em que Manuel de Brito era tão bom conhecedor do meio que o viu nascer e em que cresceu que, como a história o provou, não se viu segundo.
Tímida e pouco informada a sociedade portuguesa (da época?) não era naturalmente propícia a que lhe pusessem em causa hábitos e convicções.
As mãos e os olhos, conjuntamente hábeis, que o instinto de Manuel de Brito soube usar, foram a alavanca do êxito.
Usei a palavra alavanca levado pela voga que hoje lhe dão, mas logo me apetece recusá-la por inadequada: em vez de alavanca, termo que me soa de modo demasiado brutal, assaz mecânico, prefiro evocar a habilidade de Manuel de Brito, qualidade que na gíria das famílias da época se usava aplicar aos artistas.
Assim se poderia dizer (e ele bem gostaria de o ouvir) que na sua época Manuel de Brito foi um artista.

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EXPOSIÇÕES DOS ANOS 2000
2001: QUELQUES DESSINS (1965-1988), Gal. Flora J, Paris, catálogo tx de Lydia Harambourg e JP (extractos) / ALGUNS DESENHOS, Gal. Valbom (2003 e itinerante)
2002: TROIS TRAVAUX D'HERCULE ET QUELQUES CHANSON RÉALISTES, Gal. Patrice Trigano, Paris, cat. com tx de Pierre Cabanne
2003: DESENHOS PARA GUERRA E PAZ, Gal. João Esteves de Oliveira, catálogo.
2004: MERIDIENNES-MERINDIENNES, Gal Patrice Trigano, cat tx de Marcelin Pleynet
2004 FABLES ET FICTIONS, esculturas (em bronze) e as suas fotografias por Gérard Castelo Lopes, Gal. Le Vion Bleu, Sidi Bou-Said, Tunísia, catálogo
2008, nov,. Desenhos para Dom Quixote de la Mancha, Gal. João Esteves de Oliveira, cat. com tx do artista e J. esteves de Oliveira
2009: 9 avril - 9 mai, NOUVELLES AVENTURES DE DON QUIXOTTE ET TROIS (4) TRISTES TIGRES, Gal. Patrice Trigano, desdobrável
+ e ainda
Na 111 em 2016 "Júlio Pomar e Vítor Pomar - Ver o que salta aos olhos", exp. proposta por Vítor Pomar : 30 de junho a 09 de setembro de 2016
https://111.pt/wp-content/uploads/2016/07/Press-realese-Julio-Pomar-e-Vitor-Pomar.pdf





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