coisas várias, artes (plásticas, fotográficas e comestíveis), escritos, promoções e embirrações
quarta-feira, 10 de junho de 2026
Um varão de blusões, o mercado das identidades, a Helena Mendes Pereira, a Zet Galeria, o Muzeu, a dst
Sobre os mercados institucionais
Volto à conversa com a Helena Mendes Pereira, permita que a trate assim, com admiração, sem nos conhecermos ainda pessoalmente. Sou um chato, mas acho que a Helena, com a sua apreciável ingenuidade e o acelerado voluntarismo, meteu-se em trapalhadas, enfiou o pé na argola ou pôs a pata na poça, mais coloquialmente.
domingo, 7 de junho de 2026
2026, Atelier-Museu: A sequência da assemblagem (1967) e da colagem (1975) na obra de JP. Parte I
Metro 1964
1967 assemblages
1967-75 Rugbys, Maios, Banhos Turcos, Retratos, até Gris/Chardin em 76
1975 guaches recortados
1976 serigrafias
Considerando a exp do Atelier-Museu "A cola não faz a colagem", deve dizer-se que os comissários não entenderam seguir um critério estritamente focado na colagem e assemblagem, fazendo digressões periféricas e interrompendo a exibição sequencial de colagens entre 1980 e 2000.
Parte-se, no Piso 1, sem ordenação cronológica (há vários começos), de uma pintura que se pode dizer premonitória, um Metro de 1964 (50x150cm), que teve o motor de um brinquedo colocado sobre um rasgão da tela: foi um acidente feliz e um 1º objecto colado. É exposto ao lado de uma das 1ªs colagens de 1976, Sem Título, nº 154, uma banda de tela também horizontal, 37,5x93cm, com as figuras recortadas em tela crua, e de uma pequena tartaruga em bronze de 2003 (o único bronze presente, e eles partem de assemblages de peças encontradas numa fundição francesa).
sábado, 30 de maio de 2026
2026, "A cola não faz a colagem", Atelier-Museu Júlio Pomar, visita orientada: uma cronologia, antes das colagens e das rupturas de 1966-68
Antes da colagem. E a ruptura de 1967
Com obras que vão de 1944 (pinturas anteriores ao neo-realismo) até aos anos 2000 (as pinturas com objectos, em especial), a exp "A cola não faz a colagem", centrada na prática da colagem e da assemblage, não segue um itinerário cronológico, e ainda bem. Uma visita pode ter vários começos e proporcionar pistas diversas sobre uma produção sempre a transformar-se.
sexta-feira, 29 de maio de 2026
2026, COLAGEM / ASSEMBLAGEM, Atelier-Museu Júlio Pomar: de 1964 (Metro acidentado) a 2002 (Expulsão do Paraíso)
1. 1964
A primeira inclusão de um objecto num quadro de JP aparece numa pintura de 1964: METRO (col. Manuel de Brito, exposto pela 1ª vez em 1966 na SNBA e depois incluído em várias antologias). Um corte acidental da tela justificou a colagem de um motor de brinquedo, o que se adequa bem ao tema da energia mecânica do Metro e à questão da velocidade do trânsito que é representado e em especial do movimento como aparição-formação-passagem de uma imagem fugaz. O formato de 50x150cm encontra-se noutras telas da época (Uccello em 1964 - e corridas de cavalos/Vincennes por três vezes, os primeiros Rugby já de 1967).
quinta-feira, 28 de maio de 2026
2026, Paris
Kerry James Marshall: no Musée d'Art Moderne de Paris de 18 de setembro de 2026 a 24 de janeiro de 2027
ZURBARAN
7 Oct 2026 - 25 Jan 2027, Louvre
TINTORETO
11 set a 24 jan, Jacquemart-André
quarta-feira, 27 de maio de 2026
2026, a arte contemporânea do Estado, as aquisições de 2025 são caso de polícia
€79.950 pelo varão de roupa usada?
€40.000?







