"Corpo a corpo"
O 2ºartigo sobre a 46ª Bienal de Veneza de 1995, a exposição central,
IDENTITY AND ALTERIY - FIGURES OF THE BODY 1895/1995, comissariada por Jean Clair.
EXPRESSO/Revista 24 -06 - 95
coisas várias, artes (plásticas, fotográficas e comestíveis), escritos, promoções e embirrações
"Corpo a corpo"
O 2ºartigo sobre a 46ª Bienal de Veneza de 1995, a exposição central,
IDENTITY AND ALTERIY - FIGURES OF THE BODY 1895/1995, comissariada por Jean Clair.
EXPRESSO/Revista 24 -06 - 95
"Alice Doesn’t Live Here Anymore"
Marlene Dumas on Alice Neel
When Alice Neel started to become better known in America in the early 1970’s, I was an art student in South Africa. By that time, in my existential search for the human face and figure, I knew the work of Bacon and Hockney and looked at the photographs of Diana Arbus and the silk screens of Andy Warhol, but no-one showed me Alice Neel. However, when I did finally stumble on a reproduction of her work somewhere, it immediately stuck. Strangely, when I got to Holland in the late 70’s, no one there knew about her either.
I never met Alice Neel in person. It was not because she was a woman or had a difficult life that I fell for her. It was not because of her witty writings that I was attracted to her work. I only discovered that to my surprise, much later on.
Para memória futura e para "contextualizar" a inauguração de hoje (todos ao Pavilhão de Portugal às 19h!) recuperam-se documentos históricos de grande importância para a arte em Portugal (ou documentos artísticos de grande importância para a história de Portugal). Fotografias de 2009, do anúncio público da bienal de Lisboa e Grândola. Na Central Tejo.
E ainda há vestígios mediáticos da Bienal:
Uma viagem ao acidentado mundo da Colecção SEC
PÚBLICO, 25/07/2015 - 07:58
NÃO PEDI AUTORIZAÇÃO À VANESSA RATO E AO PÚBLICO PARA TRANCREVER OS ARTIGOS, MAS SÂO TEXTOS ESSENCIAIS PARA A HISTÓRIA DA COLECÇÃO SEC/MC. À DATA AINDA SE INVESTIGAVA
Muitas peças estão por localizar. Outras têm entradas como a misteriosa “Gaveta Lis” que ninguém na tutela parece conhecer. Poucos parecem conhecer também a própria Colecção SEC. O PÚBLICO foi consultar o “dossier verde” onde se elencam as suas obras. Uma viagem cheia de acidentes de percurso.
Foto: Parte da Colecção SEC está agora em exposição na nova ala do Museu do Chiado (foto Daniel Rocha)
Uma exposição e um catálogos esquecidos de há 40 anos
É um volumoso dossier de capas verdes – talvez mais de 20 centímetros de altura. Lá dentro, centenas e centenas de páginas com entradas de obras de arte. Número de registo, nome do autor, título da obra, técnica e suporte, data de realização, valor de aquisição e actual localização – quando conhecida.
Ao longo das últimas duas semanas a Colecção da Secretaria de Estado da Cultura (SEC) tem estado ao centro de acesa polémica. Foi a partir da demissão do director do Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado e da "disputa gestionária" travada entre esta instituição e o Museu de Serralves.