La Brulure de mille soleils, filme de Pierre Kast, animação de Eduardo Luiz
Exp colectivas (Portugal)
Fotovisão, Lisboa, 1986
V Bienal de Vila Nova de Cerveira, Vila Nova de Cerveira, 1986
Bienal de Lagos, Lagos, 1986
I Bienal de Arte em Sintra, Sintra, 1987
Exp. individuais:
Instituto Superior Técnico, Lisboa, 1984
Faculdade de Direito de Lisboa, 1984
Câmara Municipal de Tavira, Tavira, 1985
Museu Municipal Infante D. Henrique, Faro, 1985
Teoartis Galeria/Centro de Arte, Evora, 1985
Algarve, 1990
Serralves
exposições coletivas (SQUATTERS, em 2001, e VIAGEM AO PRINCÍPIO: IDA E VOLTA, em 2019), individuais, QUATRO PONTOS CARDEAIS (1997)
e a exposição antológica SEM SAÍDA/ENSAIO SOBRE O OPTIMISMO, em 2009.
CPF: "Fazer Tempo" 1999 e "2" 2003
1987 - 2003: EXPRESSO, e depois
1987. I Bienal de Arte em Sintra (nota, apresentou «Prova de Contacto»). (…)
1990.«Algés - Trafaria (1990)» - Exp. individual (indicada como a 1ª), 19 fotos, 40x40 cm, brometo de prata - Ether, co-prod. Ether/ Urbe, para conferências sobre o estuário do Tejo, FIL 1990. Catálogo* com reproduções e biografia
1991. «A cidade dos objectos». Exp. ind. (2ª) para o Centro Português de Design, Fundação de Serralves. Cat.
1994
1994 - «Alguns espaços culturais no concelho de Oeiras»
Exp. ind. (3ª). Lagar de Azeite, Palácio do Marquês, Oeiras, 10-30 Out. A acompanhar o colóquio «Espaços em aberto». Ed. poster com 14 fotos*
Cartaz, 22.10.94
"Correspondendo a uma encomenda sobre espaços culturais, para acompanhar um colóquio, A.A.S. volta a pôr em prática uma atitude fotográfica que é uma das mais originais no panorama actual. Trata-se, aqui (segundo a edição de um poster-catálogo), de satisfazer o propósito documental, respeitado como exigência da informação, com um rigor formal que é, ao mesmo tempo, o exercício de um olhar analítico e a vontade de suspender quaisquer efeitos de estetização, com uma frieza ou neutralidade que, num primeiro momento, pode ser confundida com o acaso fotográfico, tal como surge no instantâneo de amador. À partida insólitas pela sua aparência não artística (a frontalidade ou o enquadramento oblíquo que deixa restos laterais aparentemente não controlados, a distância do objectos, o uso não retórico da luz), as imagens ganham uma eficácia muito complexa, acumulando, com a presença de elementos supostamente irrelevantes, sinais que se lerão como passos adicionais da construção do seu sentido global. O carácter serial, a unicidade da imagens de cada assunto e a sua variabilidade de abordagem, com a recusa de um formulário estandardizado, são outros elementos a salientar numa prática em que o testemunho se cumpre e se questiona enquanto efeito imediato da fotografia."