quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

2017, CAM, Penelope Curtis (foto)

 

Diretora do Museu Calouste Gulbenkian (set. 2015 – ago. 2020); Diretora da Tate Britain (2010 – 2015)

FG https://gulbenkian.pt/historia-das-exposicoes/entities/19744/

Assume, desde 2015, o cargo de diretora do Museu Calouste Gulbenkian, dando expressão ao modelo que funde, pela primeira vez, as duas coleções e os dois museus: Coleção do Fundador e Coleção Moderna. Nesse contexto, e além da programação do Museu e da gestão de um novo regime de aquisições, assinou algumas exposições, nomeadamente: «Linhas do Tempo: 1896, 1956, 2016. As Coleções Gulbenkian. Caminhos Contemporâneos» (2016); «Portugal em Flagrante», com a equipa de curadoria da Coleção Moderna do Museu (2016-2017); «Escultura em Filme / Sculpture on Screen: The Very Impress of the Object» (2017).
Assumiu o cargo de diretora na Tate Britain em abril de 2010, onde coordenou várias exposições, tendo sido responsável pela abertura da nova Tate Britain, em 2013, e pela reorganização das galerias. Foi presidente do júri do Prémio Turner. Antes de assumir a direção da Tate Britain, foi diretora do Henry Moore Institute, em Leeds, a partir de 1999. Nesse período, além de ter aprofundado o conhecimento sobre as coleções, com a promoção da investigação e de novas publicações, motivou a aquisição de obras de artistas como Rodin, Epstein e Calder. Foi curadora de exposições na Tate Liverpool, aquando da sua abertura em 1988.
Assinou a curadoria ou cocuradoria de exposições maiores, como: «Barbara Hepworth: A Retrospective» (1994), na Tate Liverpool; «Sculpture in Painting» (2010), no Henry Moore Institute; «Modern British Sculpture» (2011), na Royal Academy of Arts.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Espólio de José Redinha

https://leonorfigueiredo.files.wordpress.com/2012/05/caju_jose-redinha1.pdf


Espólio de José Redinha

Artigo de Leonor Figueiredo publicado na revista Caju em 20 de Janeiro de 2012

José Redinha por descobrir
Em Portugal existem muitos pedaços da História de Angola, heranças do tempo colonial. O espólio do antropólogo e etnólogo José Redinha (1905-1983), recheado de documentos e manuscritos inéditos, é um desses casos. Está inacessível ao público.

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Década de 30 (Exposições 1931, 1934, 1836, 1940)

The Global 1930s: The International Decade

Front Cover
Taylor & Francis, Jul 4, 2017236 pages
Decentering the traditional narrative of American breadlines, Soviet show trials and German fascists, The Global 1930s takes a truly international approach to exploring this turbulent decade. Though nationalism was prevalent throughout this period, Matera and Kent contend that the 1930s are better characterized by the development of internationalist impulses and transnational connections, and this volume illlustrates how the familiar events of this decade shaped and were shaped by a much wider global context.
Thematically organized, this book is divided into four main parts, covering the evolving concept and trappings of modernism, growing political and cultural internationalism, the global economic crisis and challenges to liberalism.
Chapters discuss topics such as the rivalry between imperial powers, colonial migration and race relations, rising anti-colonial sentiments, feminism and gender dynamics around the world, the Great Depression and its far-reaching repercussions, the spread of both communist and fascist political ideologies and the descent once more into global warfare.
This book deftly interrogates the western-focused historical tropes of the interwar years, emphasizing the importance and interconnectedness of events in Asia, Africa and Latin America. Wide-ranging and comprehensive, it is essential and fascinating reading for all students of the international history of the 1930s.

Johannesburg 1936







quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Exposição Colonial de 1934, Porto

http://doportoenaoso.blogspot.pt/2014/02/o-porto-dos-anos-30a-exposicao-colonial.html

A mais extensa documentação iconográfica sobre a ECP 1934, reunida por Ricardo Figueiredo no seu blog "do Porto e não só..."


http://doportoenaoso.blogspot.pt/2014/02/o-porto-dos-anos-30a-exposicao-colonial.html

domingo, 19 de fevereiro de 2017

2017, Exclusões na Arco Lisboa de 3 galerias de 1º plano: 111, Barbado e Underdogs. Martin Parr...

A propósito de Martin Parr, apresentado em Lisboa pela galeria de João Barbado em 2015, lembro-me de um escandaloso incidente que impediu a sua presença com obras inéditas no Arco Lisboa de 2017, e contribuiu para o posterior encerramento da Barbado Gallery, que então mantinha uma relação directa ou privilegiada com a agência Magnum. Ficou a dever-se o ataque infame à Cristina Guerra, então à cabeça da máfia galerística em Portugal.

02/19/2017, blog typepad agora wordpress

As representações das três grandes galerias afastadas da Arco Lisboa estariam sem margem para dúvidas entre as mais fortes da Feira.

Segundo o regulamento, cada galeria tem de ter um artista em destaque, para além da eventual apresentação colectiva de outros nomes. Ora a Barbado Gallery preparava a apresentação de MARTIN PARR, um dos nomes mais famosos e mediáticos do panorama mundial da fotografia, que também ocupa hoje um lugar de grande peso na orientação da Magnum e no universos dos photobooks. Seriam apresentadas fotografias de Espanha e um outro conjunto inédito realizado em Portugal. Foi atribuído ao projecto uma pontuação muito baixa, por razões que não custa entender.

Para João Barbado que cumpriu dois anos de actividade, trata-se de «um rude golpe do ponto de vista comercial» devido à visibilidade da feira, e também em termos de relacionamento internacional. O qual, aliás, não lhe tem faltado, como demonstram os artistas da sua programação: para estar na Arco Lisboa, abdicou da Photo London 2017, onde teria lugar assegurado.

Quanto à 111 teria em destaque no seu stand da Cordoaria PEDRO A.H. PAIXÃO ( Pedro AH Paixao ), um artista exposto na galeria em Setembro de 2015 com grande sucesso da crítica e não só:  http://111.pt/ É  reconhecidamente um artista com uma obra muito original, com que a 111 renovou significativamente a sua actividade. É por ser uma galeria de 1º plano nacional e por apresentar na feira um projecto ganhador que a concorrência (aliás, Cristina Guerra) a excluiu: http://www.pedroahpaixao O afastamento da 111 tem já um historial anterior de hostilizações que deu lugar ao corte de relações pessoais.

Screen Shot 2017-02-19 at 18.05.55Pedro A.H.Paixão

Em terceiro lugar, ou 1º, a ordem é arbitrária, a Underdogs, que é orientada por Alexandre Farto – aka Vhils, e possui <ao tempo> dois espaços em Lisboa, concorreu com a apresentação destacada de dois artistas: PEDRO MATOS (Pedro Matos na Underdogs), um artista cujo trabalho se afasta notoriamente dos modelos correntes da arte pública, numa direcção mais reflexiva, com um percurso internacional que tem passado por São Francisco, Londres, Los Angeles ou Milão – http://www.pedromatos.org/  – anterior exp. individual  Less Than Objects na Galeria Presença, Porto, e Underdogs Gallery, Lisboa.

Screen Shot 2017-02-19 at 18.07.01Less Than Objects na Galeria Presença, Porto

E também o alemão CLEMENS BEHR , "a German graphic designer and artist with a background in graffiti, who makes use of inexpensive, discarded materials to create complex, ephemeral architectural structures based on geometric forms that reflect elements from the surrounding environment." – http://www.under-dogs.net/artists/clemens-behr/. O respectivo site permite conhecer uma obra inventiva e de grande impacto : http://www.clemensbehr.com/.

Screen Shot 2017-02-19 at 18.08.18Good news first please", Solo show for the opening of Galerie Nathalie Halgand in Vienna.

A exclusão não foi uma surpresa, porque o mesmo ocorrera em 2016, mas para um dos responsáveis pela galeria-agência é uma decisão que vai ao arrepio de uma anunciada intenção de reunir na feira práticas e artistas inovadores. Note-se que Vhils esteve presente em 2016 na feira Arco de Madrid e na The Armory Show de NY representado pela galeria Vera Cortês. A oposição à chamada «street art», que está na origem da Underdogs, não é a raiz da exclusão.