terça-feira, 19 de agosto de 2025
2009-2021, Augusto Alves da Silva, CRONOLOGIA (in progress)
1987, 1991, AUGUSTO ALVES DA SILVA: as primeiras exposições: Algarve, Europália 91
Exp colectivas (Portugal)
Fotovisão, Lisboa, 1986
V Bienal de Vila Nova de Cerveira, Vila Nova de Cerveira, 1986
Bienal de Lagos, Lagos, 1986
I Bienal de Arte em Sintra, Sintra, 1987
Exp. individuais:
Instituto Superior Técnico, Lisboa, 1984
Faculdade de Direito de Lisboa, 1984
Câmara Municipal de Tavira, Tavira, 1985
Museu Municipal Infante D. Henrique, Faro, 1985
Teoartis Galeria/Centro de Arte, Evora, 1985
Em 1990 expôs ALGÉS-TRAFARIA 1900 na Ether e na FIL O respectivo catálogo tem escassas indicações biográficas.
Em 1991 participa na exposição que António Sena levou à Europália, "Portugal 1890-1990", organizada em dois núcleos, em Charleroi, Musée de la Photographie ,e Antuerpia, Provincial Museum voor Fotografie. No primeiro situaram-se Joshua Benoliel, os "Regards Etrangers" (apresentada por Jorge Calado, a primeira de uma série de mostras com fotografias feitas em Portugal por estrrangeiros); "Les Années de transition 1227-1967", do comandante António José Martins a Jorge Guerra; e Helena Almeida. No segundo, o que A. Sena intitulou "Regards Inquiets (1980-1991)".
No catálogo único, bilingue, francês / flamengo, esta secção começa por Helena Almeida e Gérard Castello Lopes e continua com os fotógrafos expostos (ou a expor mais tarde) na Ether: Nozolino, José (Manuel) Rodrigues, Mariano Piçarra, António Júlio Duarte, Rui Fonseca, A.A.S., José Francisco Azevedo, João António Motta, António Carvalho, Daniel Blaufuks, Francisco Rúbio.
Os dados biográficos de A.A.S. neste catálogo são extensos e não voltarão a ser indicados em publicações posteriores.
segunda-feira, 18 de agosto de 2025
2009, 2025, Serralves, Augusto Alves da Silva
Serralves
exposições coletivas (SQUATTERS, em 2001, e VIAGEM AO PRINCÍPIO: IDA E VOLTA, em 2019), individuais, QUATRO PONTOS CARDEAIS (1997)
e a exposição antológica SEM SAÍDA/ENSAIO SOBRE O OPTIMISMO, em 2009.
domingo, 17 de agosto de 2025
2007, 2025, Augusto Alves da Silva, Lau, Col. Berardo
LAU (2007), de Augusto Alves da Silva, Berardo Collection. 91 fotografias C print; 300 x 400 cm. Homenagem de Lau Costa, modelo nesta série-instalação:
17 08 2025
1999-2009, 2025, Augusto Alves da Silva, Galeria Pedro Oliveira
Quatro exposições individuais do AUGUSTO ALVES DA SILVA na galeria Pedro Oliveira, de 1999 a 2009.
2025, Augusto Alves da Silva : Apontamentos
apontamentos
quinta-feira, 7 de agosto de 2025
1944 (cronologia) FERROS, "PINTURA", CAFÉ e TABERNA, os retratos (A.P.)
Por ocasião da exp no Atelier-Museu ("Neorrealismos ou a politização da arte em Júlio Pomar") pode tentar fazer-se uma cronologia comentada, a acompanhar a sequência das obras e das datas.
1. FERROS, 1944 (col. CAM - FCG)
Em 1944 Pomar inscreve-se na Escola de Belas Artes do Porto, depois de ter frequentado a Escola de Lisboa desde 1942, com 16 anos, e antes a António Arroio. Já em 1942 participara numa mostra com colegas vindos da António Arroio (Fernando Azevedo, Vespeira, Pedro Oom) num quarto/atelier na Rua das Flores: essa primeira mostra fora notada no meio artístico do Chiado e na Imprensa (a revista 'Panorama' reproduz-lhe "Pintura" ou "Saltimbanco", uma obra perdida, e é relevante a atenção concedida a um muito jovem artista - Almada Negreiro compra o quadrinho e promove a sua apresentação na 7ª Exposição de Arte Moderna do SNI. Uma muito pequena pintura sobre madeira agora exposta "Sem Título [Rapaz]" pode ser dessa data.
No Porto Pomar integra-se rapidamente no grupo de estudantes (e alguns professores) que expõem com o nome de Independentes desde 1943, do qual se destacam Fernando Lanhas, com quem estabelece uma duradoura cumplicidade, e também Júlio Resende, Nadir Afonso, Amândio Silva, Victor Palla, igualmente ido de Lisboa. Expõe na 3ª Independente, no Coliseu.
Em FERROS nota-se o interesse por Léger ou a sua influência, confirmados por anotações desenhadas num pequeno álbum que se conservou. Terá chegado ao CAM por via de Manuel Filipe, sobre quem publicou uma entrevista no ano seguinte ("Arte") onde surgiu a primeira menção do neo-realismo. Foi exposto em 1945, na Exposição Independente vinda ao IST.
A GUERRA (nº 18) ficou com Fernando Lanhas, e Mário Dionísio referiu-se em 1945 na Seara Nova a outra pintura anterior de tema próximo que lhe pertenceu (título desconhecido, óleo sobre cartão, 46x39cm, CR. nº 9, aqui atribuído a 1942 e à exp. da Rua das Flores, o que parece incerto): "apontamento onde se vê um homem brutalizado pelo peso dum capacete e duma cartucheira, um vago arame farpado, uma forca, uma figura estranha que atravessa o campo (a morte? a humanidade chicoteada e desiludida, mas nem por isso capaz de parar?)" - reed. em M.D., "Entre palavras e cores", 2009.
Em FERROS encontram-se os planos recortados de cor lisa que caracterizam a produção desse ano, numa configuração que seria depressa abandonada.
De 1942 era o SALTIMBANCOS (Pintura) que veio do atelier da rua das Flores, passou pelo Salão do SNI e desapareceu. Conhece-se a reprodução no Panorama e um desenho preparatório, um estudo.
1942, em Panorama, Revista Portuguesa de Arte e Turismo, n.º 13, Fevereiro 1943
Na PINTURA (nº 16), que agora é peça maior da col. Rui Victorino, aparece ao centro uma auto-representação de punho erguido entre chaminés de fábricas e um corpo de mulher de pernas para o ar, que se disse premonitório de posteriores cenas eróticas.
Em CAFÉ aparece um retrato de Victor Palla, à esquerda, e outro de José Maria Gomes Pereira, também arquitecto, também transferido de Lisboa e um dos presentes na exp. de 1942
e em baixo um auto-retrato em 1º plano.


















